A história dos festivais

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Desde as mostras de cinema (1969 e 1971), muitos sonhos, muitos desejos, muitos esforços e muito trabalho foram empregados para tornar realidade e consolidar esse evento de tamanha grandeza e relevância para nossa arte. Aquilo que, no início – e antes de qualquer semelhança com o que se tem hoje –, era apenas um desejo de promover a cultura na cidade de Gramado, na época com 9.000 habitantes, transformou-se em um dos maiores festivais de cinema do Brasil, sempre misturando cinema, glamour e beleza, superando inúmeros outros festivais, que não conseguiram sair de suas primeiras edições.

De uma atração do já consagrado Festival das Hortênsias, o Festival de Cinema Brasileiro de Gramado ganhou espaço, corpo e cara com o seu símbolo – o Kikito, uma representação do deus do bom humor, idealizado pela artista plástica Elizabeth Rosenfeld. Mais que isso, ganhou importância ao tornar-se Patrimônio Histórico e Cultural do Estado do Rio Grande do Sul, oficializado pela Lei nº 12.529 de 6 de junho de 2006.

Das primeiras projeções no Cine Embaixador – que apesar de pequeno, já carregava em seu nome o destino de representar nacional e internacionalmente o melhor do cinema brasileiro – até o glamour e a sofisticação do atual Palácio dos Festivais no coração da cidade de Gramado, o Festival de Cinema de Gramado foi a cada edição adquirindo maior visibilidade e reconhecimento. Muito disso devido ao acerto de suas premiações, uma vez que muitos de seus filmes e atores que obtiveram méritos, acabaram recebendo também outros prêmios em importantes festivais internacionais.  

Ao ressaltar a história dos festivais, não podemos deixar de mencionar a sua grande relevância e influência na valorização do cinema brasileiro e latino-americano, localizando-nos como referência mundial, por possuirmos os mais fortes elementos de criação e manifestação cultural, que vem desde nossa colonização, nossas paisagens naturais até as mais magníficas atuações e projetos dos maiores artistas brasileiros e latinos.

São 44 anos de história, de paixão, de vida do cinema latino-americano. E você poderá conferir algumas curiosidades e dados dessa dinâmica e especial história na linha do tempo do Festival do Museu.

 

1973

O Ano de 1973 foi um marco! Nascia o Festival de Cinema de Gramado! Com a instabilidade política do Regime Militar, com a censura, com as proibições de filmes e com o cancelamento do Festival de Cinema de Brasília, Gramado passaria a ser o polo do Cinema Nacional.

1974

O 2º Festival de Cinema quase não aconteceu. Parte dos gramadenses não estavam satisfeitos com o evento bem como o padre na época. Para eles, as pessoas envolvidas com a sétima arte não tinham um comportamento adequado, pois as mulheres bebiam e fumavam, os filmes eram na sua maioria “pornochanchadas”.  Mas Horst Volk preocupado com a situação resolveu abraçar a organização, além disso, sua empresa, Ortopé, foi a patrocinadora. 

1975

Em 1975, o Instituto Nacional de Cinema foi extinto e os bens e as atribuições da Embrafilme foram ampliados. Naquela época, por sua vez, ela começou a produzir, financiar, promover, distribuir e premiar o filme brasileiro, além de cuidar de seu lado cultural, com um orçamento ampliado por doações, taxas e receitas diversas, todas advindas da própria atividade cinematográfica.

1976

Naquele ano, em função da necessidade de uma instância reguladora, foi criado o CONCINE, subordinado diretamente ao MEC, com muitos representantes oficiais. Os artistas da 7ª arte, tinham que trabalhar de maneira suave, e, em suas criações, tinham que desenvolver algum tipo de alegoria para criticar o regime autoritário da época. Uma outra curiosidade daquele ano foi a piscina do Hotel Terra Azul que ainda continuava sendo o grande point dos astros & estrelas da época, com muito chimarrão e caipirinha.

1977

Gramado abriu espaço para uma mostra competitiva de filmes em Super-8, suporte que, por ser mais acessível, levou à cidade jovens estudantes e novos talentos do cinema, bem como algumas produções nem sempre de boa qualidade, mas com muita criatividade!
Também a musa Sônia Braga chegou arrasando os corações! Foi o ano de Dona Flor e Seus Dois Maridos.  Mas, o prêmio de Melhor Atriz foi para Denise Bandeira e não para ela. Nesse ano também foi a primeira vez em que foi exibido um filme do cinema latino-americano – La Tregua, de Sérgio Renan, Argentina. O novo point das celebridades passou a ser a piscina coberta do Hotel Serrano, rivalizando com a do Hotel Serra Azul.

1978

Recados políticos na tela! Aproveitando que havia a presença de diretores de peso do cinema brasileiro, foi produzida a primeira carta de Gramado. Nela continha uma reinvindicação de maior apoio governamental para as produções nacionais enfrentarem as produções estrangeiras que estavam ocupando o mercado da 7ª arte. Assinaram esta carta nomes como Lúcio Flávio, Hector Babenco, Reginaldo Faria, João Batista de Andrade, entre outros.

1979

Mais protestos contra a falta de liberdade!  Foi escrita a segunda carta de Gramado, expressando a desconformidade do Festival com a falta de liberdade de informação e expressão. E também pela interdição de filmes da censura militar.
Uma outra curiosidade da época foi a parceria de coprodução dos filmes O Raoni  de Luiz Carlos Saldanha e Jean Pierre Dutilleux (documentário) e os Mucker de Jorge Bodansky e Volf Gauer.

1980

A primeira grande mudança do Festival foi a sua realização no final de março, fora do verão. Os anteriores sempre haviam sido realizados no verão.
1980 foi o grande ano da diretora Tizuka Yamasaki! Com o filme Gaijin – Caminho da Liberdade, levou quase todos os prêmios.
Outro detalhe importante desse evento foi que o público mais puritano acabou abandonando a sessão do Filme 7 Gatinhos – de Neville de Almeida, adaptação da obra de Nelson Rodrigues, exibido no Cinema Embaixador. Porém, muita gente não sabia que aquele filme  havia sido selecionado com a intenção de realmente agitar o Festival!

1981

Foi um ano de um assunto pendente entre dois diretores! Sem violência nas telas, mas com violência no palco do Festival.  Os diretores Marco Aurélio Marcondes e Ipojuca Pontes acabaram protagonizando uma briga ao vivo! Até hoje ninguém sabe o conteúdo real da pendência! Outro detalhe importante foi que, 1981, o Festival de Cinema Brasileiro de Gramado, em sua mostra, ganhou destaque com a vitória do longa-metragem Deu pra ti anos 70, de Nelson Nadotti e Giba Assis Brasil.

1982

Naquele ano, a força da intervenção governamental no aparato institucional do cinema se fez notar no episódio da demissão do diretor-geral, Celso Amorim, por conta do escândalo político nos meios militares representado pela produção e exibição do filme Pra frente Brasil, de Roberto Farias, que tratava da ditadura e da tortura.

1983

O grande homenageado do Festival foi Carlos Manga, pelas chanchadas de Atlântida. Nesse ano quem deu as caras novamente foi o esplêndido Grande Otelo, depois de passar 10 anos sem participar.
Nessa ocasião, Gramado teve muita badalação: jogo de futebol entre os artistas, campeonatos de bocha, banhos de piscinas, festas gauchescas, debates memoráveis e coquetéis, além da presença de muitas socialites da época.

1984

Nesse ano, foi a primeira vez em que um filme gaúcho recebeu uma premiação – Prêmio Revelação, com a obra Verdes Anos de Carlos Gerbase & Giba Assis Brasil. Um filme que retrata a cultura dos anos 70´, considerado um filme de baixo orçamento porém “charmoso”, como Luiz Fernando Veríssimo descreveu na época. (Verdes Anos - (35 mm, 91 min, cor, 1984, janela 1.33, som óptico mono)
 

1985

Treze é considerado número do azar e, por isso mesmo, não poderia ser mais perfeito para combinar com o 13° Festival de Gramado. O filme Marvada Carne, que não era favorito, foi o grande ganhador da noite com 9 prêmios. Protagonizado por Fernanda Torres, a dupla Tonico e Tinoco participou do filme. Sucesso!

1986

O grande fato do Festival foi a participação do maravilhoso Chico Buarque que veio acompanhar a fantástica Marieta Severo, sua esposa na época. Nesse ano, ele participou também da Pelada dos Artistas, jogando com a camiseta do Grêmio. Chico Buarque é torcedor do Fluminense (tricolor), por isso ele escolheu um time tricolor também. Os grandes cineastas brasileiros Jorge Furtado e José Pedro Goulart ganharam seu primeiro Kikito, com o curta O dia que Dorival encarou a guarda.

1987

Surge o Palácio dos Festivais! Em decorrência de problemas técnicos e de falta de espaço assim como para atender melhor o evento, o Cine Embaixador é ampliado e reformado passando a ser chamado de Palácio dos Festivais. Nesse ano também houve uma mudança na data do Festival. Começou a ser realizado no outono.

1988

Em 1988, é criada a Fundação do Cinema Brasileiro-FCB, com a finalidade de operacionalizar o lado cultural da atividade cinematográfica, voltado ao filme curto e ao documentário. O Festival aconteceu após a reforma do Cine Embaixador com a estreia do Palácio dos Festivais, todo reformado e com muito mais lugares!

1989

Até o último Festival, o Kikito, idealizado por Elizabeth Rosenfeld e esculpido pelo artista Xixo, era confeccionado em madeira embuia. Nesse ano, o Kikito passou a ser confeccionado em bronze. Em 1989 também aconteceu a primeira exposição sobre o Festival de Cinema de Gramado no Museu da Cidade - Museu Municipal Hugo Daros.

1990

Ano conturbado para o cinema brasileiro! Acontece a extinção da Embrafilme. O Presidente da época, Fernando Collor de Melo, editou um pacote com uma série de medidas provisórias que, entre outras coisas, extinguiam leis de incentivos culturais e órgãos culturais da União. Nesse ano, a produção da 7ª arte atingiu níveis insignificantes.

1991

19º FESTIVAL DE CINEMA BRASILEIRO DE GRAMADO. 

1992

Ano de uma grande guinada para o Festival de Cinema de Gramado. Nesse ano ocorreu a internacionalização do Festival com a inserção de filmes estrangeiros para concorrerem ao prêmio de Melhor Filme. O filme Una cuestión de honor (Técnicas de Duelo) de Sergio Cabrera, recebeu o Kikito de Melhor Filme.  Pedro Almodóvar, por sua obra Tacones Lejanos, recebeu o prêmio de Melhor Diretor.

1993

21º FESTIVAL DE CINEMA BRASILEIRO DE GRAMADO.

1994

22º FESTIVAL DE CINEMA BRASILEIRO DE GRAMADO.

1995

Nesse ano o Presidente do Festival foi Enoir Zorzanello, empresário gaúcho. Um dos coordenadores do Festival de Cinema de Gramado, tem sua história ligada ao festival,passando por várias fases do evento como membro da comissão organizadora, diretor e presidente.  Foi Patrono do Festival, em 1995, o político e empresário do ramo de calçados  – Horst Volk.
Nessa edição houve uma programação paralela – Projeto Cinema Paraíso – com exibição dos curtas na praça em frente ao Palácio dos Festivais, em Gramado, permitindo ao público o acesso à produção cinematográfica rio-grandense.

1996

O ano da retomada do cinema nacional. A mostra foi dividida entre filmes nacionais e estrangeiros. Também houve uma grande perda para a história do Festival. Foi o falecimento de um dos maiores organizadores do evento, o jornalista e crítico de cinema Paulo Fontoura Gastal (P.F.Gastal) que ajudou na organização do evento de 1973 a 1982. 

1997

Ano em que o Festival de Cinema completou 25 anos de movimento, premiações e história. O coordenador dessa edição foi o administrador, gestor cultural & personalidade Sr. Esdras Rubin.

1998

26º FESTIVAL DE CINEMA BRASILEIRO DE GRAMADO.

1999

27º FESTIVAL DE CINEMA BRASILEIRO DE GRAMADO.

2000

28º FESTIVAL DE CINEMA BRASILEIRO DE GRAMADO.

2001

Nesse ano, o Festival de Cinema voltou a ser dividido, com premiação para filmes estrangeiros e nacionais. Hugo Carvana foi homenageado com o Troféu Oscarito.

2002

Esse foi um ano de comemoração especial, pois o Festival de Cinema de Gramado completou 30 anos. Com isso, houve muita comemoração e o lançamento do livro – Gramado: 30 anos de Cinema, coordenado por David Quintans, ator e diretor.

2003

31º FESTIVAL DE CINEMA BRASILEIRO DE GRAMADO.

2004

32º FESTIVAL DE CINEMA BRASILEIRO DE GRAMADO.

2005

Em 2005, Tizuka Yamasakifoi foi novamente a grande vencedora do Festival de Gramado com 4 Kikitos, incluindo o de Melhor Filme e Melhor Diretora por seu longa "Gaijin Ama-me como Sou." A diretora repetiu o prêmio de 1980 com o primeiro filme da saga sobre a imigração japonesa no Brasil, "Gaijin, Caminhos da Liberdade", que obteve, na época, cinco prêmios, incluindo o de Melhor Filme.

2006

Foi o ano da nossa calçada da fama. No espírito de Hollywood, mas com um belo estilo brasileiro, Gramado lança sua Calçada da Fama com presença de ilustres como Antônio Fagundes, Eva Wilma, Luciano Szafir, Mel Lisboa, Sandy & Junior e Guilherme Piva. Nesse ano, também foi sancionada a Lei Estadual nº 12.529, que instituiu o Festival de Cinema de Gramado como Patrimônio Histórico e Cultural do Rio Grande do Sul.  Este Festival teve a curadoria de Sérgio Sanz e José Carlos Avellar.

2007

Além dos tradicionais troféus Eduardo Abelin e Oscarito, em 2007m foi criado o Kikito de Cristal & o Troféu da Cidade de Gramado. Todos devidamente lapidados para homenagear os grandes nomes do cinema brasileiro. Nesse ano, o Troféu Oscarito foi concedido à supersimpática Zezé Motta, atriz de carisma e talento inenarrável e de reconhecimento também nos bastidores da cinematografia brasileira. Zezé enfeitiçou a cidade com seu sorriso e sua simpatia. Já o Troféu Eduardo Abelin, foi concedido pela primeira vez à uma produtora: Casa de Cinema de Porto Alegre, que contribuiu e contribui efetivamente para o cinema brasileiro.

2008

Um Festival marcado por muita emoção! Primeiro porque Renato Aragão, figura carismática do cinema brasileiro, recebeu uma homenagem histórica. Depois, foi a vez de Walmor Chagas emocionar a todos! Em seguida, Matheus Nachtergaele canta Maracangalha em homenagem a Dorival Caymmi, falecido naquele ano. E para completar as lágrimas, após a exibição da obra Juventude, do diretor Domingos de Oliveira, o público aplaudiu o filme de pé por infindáveis minutos. Foram lágrimas e lágrimas dos artistas e da plateia. Ao lado de Domingos e do ator Paulo José, todos corações foram tocados por fortes sentimentos de ternura e emoção. Essa foi certamente uma das noites mais lindas e emocionantes do Festival de Gramado!

2009

O Festival de Gramado consagra Corumbiara e A Teta Assustada. O documentário sobre massacre de índios foi eleito Melhor Filme nacional. Vencedor em Berlim, a produção peruana levou prêmio máximo na mostra. O diretor do filme, Vicent Carelli comentou que ficou muito feliz que o filme tivesse despertado uma reação tão comovida em seu público, "É um filme político, um alerta para uma questão tão séria". Esse foi ano de estreia do diretor já recebendo um prêmio.

2010

Um público recorde foi estimado para esse Festival. Em torno de 120 mil pessoas visitaram Gramado! Nesse ano, além do Festival, aconteceram muitas festas nos hotéis tradicionais da cidade e todos puderam conferir seus artistas preferidos em vários cantos da cidade! O ator Caio Blat ganhou o Kikito de Melhor Ator pelo filme Broder .“O Macu (nome de seu personagem no filme) foi o presente mais lindo da minha carreira”, afirmou.

2011

Pelo segundo ano consecutivo, Caio Blat recebe o Kikito de Melhor Ator por sua atuação em Uma longa Viagem. O prêmio de melhor ator estrangeiro também foi para o mesmo vencedor de 2010: o mexicano Gabino Rodríguez, eleito por sua brilhante atuação em A Tirode Piedra e, na edição anterior do Festival, por Perpetuum Mobile.

2012

A emoção e qualidade da Direção de Arte, além das magníficas atuações, renderam ao filme Colegas – de Marcelo Galvão, o Kikito de Melhor Fillme. Foi a primeira premiação para atores com Síndrome de Down. Muito emocionante! Outra curiosidade interessante sobre o filme Colegas (2012) foi a campanha #VemSeanPenn, convite para o astro americano ídolo do ator principal Ariel Goldenberg. Essa campanha tornou-se um viral na internet e teve a participação de um grande número de artistas, sendo o vídeo mais compartilhado da internet naquele ano.
Em 2012, os artistas Jonatas Faro, Caio Castro, Juliana Alves esbanjaram simpatia cumprimentando o público que os aguardavam para uma saudação calorosa! 

2013

Em 2013, o Festival de Cinema de Gramado foi transmitido ao vivo pelo Canal Brasil com muita emoção! A noite estava bem fria, mas o público, que foi em peso, ao Palácio dos Festivais não se abalou! Todos foram conferir o filme Tatuagem ser o grande vencedor do 41º Festival de Cinema de Gramado. Longa-metragem de Hilton Lacerda. O filme ganhador daquele ano retrata a história de amor homossexual. O protagonista do filme, Irandhir Santos, também se emocionou muito na festa de premiação, recebendo o Kikito de Melhor Ator.

2014

Foi um ano diferente para os atores & para as atrizes premiados. Pela primeira vez na história, a organização concedeu premiação em dinheiro para quem levou o cobiçado Kikito para casa. A curadoria ganhou a presença de uma mulher estrangeira: Eva Piwowarski, que, naquele momento, substituiu José Wilker, que infelizmente falecido em abril de 2014. Também teve uma diversidade jamais vista nas edições anteriores:musicais, filmes do gêneros infanto-juvenil e de guerra, além de documentários que enalteceram a programação do Festival. Artistas como Rodrigo Santoro, Rafael Cardoso, Juliana Paes e o casal Sophie Charlotte & Daniel de Oliveira tiveram que enfrentar um frio intenso para encontrar seus fãs e participar desse lindo evento.

2015

A América Latina muito bem representada, tanto em quantidade como em qualidade! Na 44ª edição do Festival de Cinema de Gramado de 2015 além dos tradicionais paísesUruguai & Argentina, outros 7 países estiveram presentes  na Mostra, incluindo México, Costa Rica e Cuba. Além disso, os curadores desse ano prezaram e incentivaram a cinematografia brasileira com muito afinco. O trio de curadores do Festival  esteve formado pelo crítico Rubens Ewald Filho, pela argentina Eva Piwowarski e pelo jornalista gaúcho Marcos Santuario. Um ano para ser eternizado na memória dos cinéfilos.

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